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A vida de um expatriado em Sanya, um paraíso tropical

A vida de um expatriado em Sanya, um paraíso tropical
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Sanya, uma cidade no extremo sul da ilha chinesa de Hainan, é um destino turístico em crescimento. Mas alguns estrangeiros também estão a fazer deste lugar a respetiva casa. Vêm para trabalhar em diferentes setores, do turismo à educação.

Nesta edição de "Discover Sanya" ficamos a conhecer o que é que os expatriados mais apreciam e valorizam ao viver e trabalhar aqui.

A jovem de 29 anos Charlotte Magnette está longe de casa. Oriunda da Bélgica, estudou mandarim em Pequim antes de rumar a Sanya. Aqui o negócio das fotografias pré-casamento é bastante expressivo.

Charlotte é responsável pela empresa DreamArt Photography, especializada neste tipo de fotografia, mas com um toque europeu.

"Regra geral, o que tentamos fazer é apoiar-nos na tradição chinesa da fotografia pré-casamento e dar-lhe um toque francês, europeu com muita moda à mistura", explicou, em entrevista à Euronews, Charlotte Magnette.

Para Charlotte, a vida corre bem. Está muito ocupada a usar a linguagem e competências criativas em Sanya, uma cidade que gosta de explorar durante os tempos livres.

"Gosto do facto de ser um lugar muito completo. Por um lado, temos o oceano, as belas praias. Por outro, a cidade, com um centro onde se podem fazer muitas coisas. Ao mesmo tempo, existem as montanhas, com florestas tropicais e muita natureza. Penso que é um território super-completo", acrescentou a responsável pela empresa DreamArt Photography.

Godfrey Zwygart é outro expatriado europeu que fez de Sanya a própria casa. Oriundo de França, passou pela Marinha e está em Sanya há nove anos. Acompanhou o desenvolvimento da Marina da Serenidade de raiz e agora é o diretor responsável.

"[Antes] não havia nada, a não ser a praia. [A marina] tornou-se um ponto-chave, para as pessoas de Sanya e da China. Vêm de férias, desfrutam do sol, da praia e dos desportos aquáticos. [Também] recebemos muitos eventos internacionais", recordou Godfrey Zwygart.

A Marina recebeu a "The Ocean Race", visto como o maior evento de vela à volta do mundo.

"Sanya melhorou imenso na última década. Está a desenvolver-se rapidamente. É comparável à Riviera francesa. Somos a nova Cannes da China", acrescentou Zwygart.

De acordo com o diretor responsável da Marina da Serenidade não faltam alternativas para relaxar em Sanya, começando pelos restaurantes e passando pelos bares.

Godfrey e Charlotte fazem parte de uma grande comunidade de expatriados em Sanya, da qual também faz parte Henry Green, um jovem professor e jogador de futebol de 25 anos de Milton Keynes, no Reino Unido.

Henry divide frequentemente o campo de futebol com romenos, franceses, russos e ucranianos.

"Não nos podemos queixar por trabalhar numa ilha tropical. E o futebol é fantástico. Ao vir para aqui é possível conhecer pessoas de diferentes países. Chineses, russos, franceses. Mesmo que não falemos uma língua comum estamos unidos pela linguagem coletiva do futebol", ressalvou Henry Green.

O companheiro de campo e guia turístico local Bo Guan também destacou a vantagem da interação intercultural: "O tempo livre dos nossos horários completos não serve apenas para fazer exercício, mas também para ajudar os estrangeiros a integrar-se melhor na vida e na cultura de Sanya. A China é um país de amizade, por isso está certo ajudar-nos uns aos outros."

Para, os expatriados de Sanya não vale a pena olhar para trás. Claramente, todos gostam dos trabalhos que desempenham na cidade e desfrutam da vida na ilha paradisíaca.

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