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Guerra na Ucrânia marca primeiro dia do G20

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Líderes tentaram persuadir presidente chinês a pressionar Moscovo
Líderes tentaram persuadir presidente chinês a pressionar Moscovo -  Direitos de autor  Leon Neal/WPA Rota
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Os líderes da União Europeia tiveram um dia agitado de reuniões, em Bali, para chegar a um acordo sobre a condenação do G20 à invasão da Ucrânia pela Rússia.

Os líderes da União Europeia tiveram um dia agitado de reuniões, em Bali, para chegar a um acordo sobre a condenação do G20 à invasão da Ucrânia pela Rússia.

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Juntos ou individualmente, os políticos europeus tentaram persuadir os líderes dos países em desenvolvimento a unir forças para pressionar Moscovo em todas as frentes.

“É bom e legítimo que esteja a vir à tona aqui, que fique bem claro que essa guerra de agressão não pode ser aceite. Que as consequências desta guerra para o resto do mundo relativamente à fome, relativamente aos preços da energia devem ser observadas com atenção e tudo deve ser feito contra esses efeitos negativos. E ao mesmo tempo, deixamos claro que o uso de armas nucleares não é uma opção", afirmou o chanceler alemão, Olaf Scholz. 

Vários líderes do G20 pediram ao presidente chinês para pressionar Moscovo a acabar com a guerra, mas Xi Jinping não parece querer ir muito longe.

Perante uma chuva de críticas, mais ou menos diretas, o ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Sergei Lavrov, apontou o dedo à Ucrânia: "Todos os problemas estão do lado ucraniano, que se recusa categoricamente a manter quaisquer conversações e apresenta condições obviamente irrealistas e inadequadas para esta situação". 

Enquanto Lavrov fazia as malas para voltar para Moscovo, a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, expressou ao presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, o seu firme apoio à Ucrânia e à NATO.

A líder de extrema-direita encontrou-se também com o presidente turco, um dos políticos que desenvolveu mais esforços de mediação entre a Rússia e a Ucrânia.

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