Inaugurou-se na segunda-feira, 14 de setembro, a exposição AQVA – Catastrophe and Wonder, pelo papa Leo XIV. Os visitantes entram através de Diluvium, uma instalação de 70 metros criada pelo artista francês de arte urbana JR, a primeira obra concebida especificamente para o exterior da biblioteca do século XVI.
No interior, obras de arte e livros raros exploram a água como fonte de vida e força de destruição. Trabalhos do tipógrafo norte-americano Bill Moran e do chef italiano Fulvio Pierangelini são apresentados ao lado de Aquatilium animalium historiae, um estudo do século XVI sobre peixes e animais aquáticos do naturalista italiano Ippolito Salviani, publicado há 470 anos.
A mostra analisa também os danos que a água pode provocar em manuscritos antigos e o papel que pode desempenhar no seu restauro.
AQVA lança o ciclo de cinco anos Catastrophe and Wonder da Biblioteca Vaticana, que mais tarde se irá centrar no fogo, na luz, nos insetos e na intervenção humana.
Abre a 25 de setembro de 2026 e decorre até 14 de maio de 2027, com acesso público em dias selecionados.