Reino Unido homenageia Jo Cox

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De  Nara Madeira  com APTN
Reino Unido homenageia Jo Cox

<p>No Reino Unido, multiplicam-se as homenagens a Jo Cox, a deputada do partido Trabalhista, assassinada na quinta-feira, em plena luz do dia, na região de onde era natural, Yorkshire. </p> <p>Um homem de 52 anos foi detido, na altura, pela polícia local mas, até ao momento, não foi formalizada qualquer acusação. </p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt"><p lang="en" dir="ltr">What we know about the tragic murder of <a href="https://twitter.com/hashtag/JoCoxMP?src=hash">#JoCoxMP</a> <a href="https://t.co/bqiXz1yJ13">https://t.co/bqiXz1yJ13</a> <a href="https://t.co/dm4dhSRGJd">pic.twitter.com/dm4dhSRGJd</a></p>— The Times of London (@thetimes) <a href="https://twitter.com/thetimes/status/743707256278024192">17 de junho de 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <p>Em Londres é impossível esconder a indignação pela morte de Cox, de 41 anos, casada e mães de duas crianças: </p> <p>“As pessoas que estão a incitar à intolerância, ao racismo, ao ódio e aos fanatismos deveriam ter vergonha porque nós não somos assim. E era por isso que a Jo se batia e é por isso que estou aqui hoje”, desabafou Joanna Chidgey, uma britânica que foi prestar homenagem a Jo Cox. </p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt"><p lang="en" dir="ltr">The whole of the Labour family are devastated and all our thoughts are with Jo Cox's family and friends.<a href="https://t.co/ZXU2gWO3cL">https://t.co/ZXU2gWO3cL</a></p>— Jeremy Corbyn MP (@jeremycorbyn) <a href="https://twitter.com/jeremycorbyn/status/743742229202665473">17 de junho de 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <p>Em Birstall, no condado de Yorkshire, o local da tragédia, é impossível esconder o choque. Um drama que levanta questões sobre a segurança dos deputados britânicos que têm um papel a desempenhar para e nas suas comunidades: </p> <p>“Não estamos lá para servir os nossos interesses mas sim os das pessoas que nos enviaram para o parlamento e a Jo sentia-o de forma muito intensa. Um deputado não pode fazer o seu trabalho se se fechar no seu gabinete em Westminster”, explicou Rachel Reeves, deputada por partido Trabalhista. </p> <p>O atacante, que teria, alegadamente problemas mentais, terá gritado “a Grã-Bretanha em primeiro lugar” e seguiria publicações de extrema direita. Mas as suas motivações permanecem por esclarecer. </p> <p>A campanha, para o referendo foi suspensa até sábado enquanto se “chora” a morte da deputada que defendia, nas redes sociais também, que a “imigração é uma preocupação legítima, mas não uma boa razão para se sair da União Europeia.” </p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt"><p lang="en" dir="ltr">Immigration is a legitimate concern, but it’s not a good reason to leave the EU <a href="https://twitter.com/yorkshirepost"><code>yorkshirepost</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/Remain?src=hash">#Remain</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/StrongerIn?src=hash">#StrongerIn</a><a href="https://t.co/FSsu8ggZTn">https://t.co/FSsu8ggZTn</a></p>&mdash; Jo Cox MP (</code>Jo_Cox1) <a href="https://twitter.com/Jo_Cox1/status/741178160197308416">10 de junho de 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <p>O “The Times” revela que há três meses que Jo Cox recebia ameaças de mortes.</p>