Loader
Encontra-nos
Publicidade

Mortos a sangue-frio por não serem muçulmanos

Carregando o vídeo
Mortos a sangue-frio por não serem muçulmanos
Direitos de autor 
De Euronews
Publicado a
Partilhar Comentários Siga a Euronews no Google
Partilhar Close Button
Copiar/colar o link embed do vídeo: Copy to clipboard Link copiado!

O assassínio coletivo de 28 passageiros de um autocarro, no Quénia, é um dos crimes mais graves dos últimos tempos e está a chocar o país e o mundo.

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

As testemunhas contam que os terroristas do grupo Al-Shabaab pararam o autocarro e separaram os passageiros. Todos aqueles que não eram muçulmanos foram mortos a tiro, exceto três que conseguiram escapar.

Jeoffrey é irmão de um dos sobreviventes: “Enquanto disparavam sobre as pessoas, o sangue dos outros ao lado do meu irmão cobriu-o. Os membros da milícia pensaram que ele estava morto e ele continuou deitado, a fingir-se de morto”, conta.

O ministro do Interior do Quénia, Joseph Jama Ole Lenku, já esteve no local do crime e promete justiça: “Foram já tomadas medidas. Identificámos de onde vêm, destruímos os recursos deles e vamos continuar a fazer tudo para trazer os responsáveis perante a justiça”.

Os corpos foram já levados para a capital do país, Nairobi. O autocarro dirigia-se para a capital quando foi emboscado perto de Mandera, na zona das fronteiras com a Somália e a Etiópia.

O Al-Shabaab disse que o crime foi uma represália contra os ataques contra mesquitas em Mombassa.

Ir para os atalhos de acessibilidade
Partilhar Comentários Siga a Euronews no Google

Notícias relacionadas

Arábia Saudita: vídeo mostra ataque ao Aeroporto Internacional King Khalid

Copiloto da Flydubai planeou ataque suicida em Telavive inspirado no 11 de setembro

Comandante da FlyDubai diz que ainda tinha forças para “mais uma luta” e abre porta do cockpit