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Presença feminina em alta na feira de arte londrina Freize

Presença feminina em alta na feira de arte londrina Freize
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A feira de arte Frieze, em Londres, exibe obras de grandes nomes da arte contemporânea e dá também a conhecer novos artistas. Este ano, o evento ficou marcado por uma elevada presença feminina. As 160 galerias representadas na capital britânica exibem vários trabalhos feitos por artistas mulheres. Para a crítica de arte britânica Estelle Lovatt, a elevada presença feminina é uma novidade interessante.

Este ano, há muitas exposições feitas por mulheres, o que não é habitual. Normalmente, as mulheres estão sub-representadas no mundo da arte. A questão não é que essas obras sejam melhores, simplesmente é bom ver que as obras das mulheres são apreciadas.

“Este ano, há muitas exposições feitas por mulheres, o que não é habitual. Normalmente, as mulheres estão sub-representadas no mundo da arte. A questão não é que essas obras sejam melhores, simplesmente é bom ver que as obras das mulheres são apreciadas”, sublinhou a crítica de arte britânica.

A galeria nova-iorquina PPOW apresentou, em Londres, a obra da artista plástica norte-americana Portia Munson. “Pink Project:Table 1994” é uma reflexão sobre a forma como a sociedade vê o universo feminino.

“Queria perceber o que significa ser uma mulher e ser associada a uma cor. Inclinei-me para o cor-de-rosa e é curioso. Por que razão, como mulher, sou associada a essa cor? questionou a artista norte-americana.

As performances de artistas são outra das tendências da edição deste ano da feira londrina. Julie Verhoeven executou a performance “The Toilet Attendent…Now Wash for Hands”, numa casa de banho.

“Queria chamar a atenção para a indústria dos serviços porque penso que numa feira de arte há muitas etiquetas ridículas e as pessoas têm comportamentos chocantes, às vezes. Eu queria verificar essa realidade e testá-la”, explicou a artista.

A feira de arte Frieze pode ser visitada até 9 de outubro, em Londres.