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Governo tunisino combate queda de investimento externo

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Seis anos depois da revolução, a Tunísia garante que está pronta para relançar a economia do país.

Seis anos depois da revolução, a Tunísia garante que está pronta para relançar a economia do país. E para atrair investimentos, está a decorrer uma grande conferência internacional com participantes de 70 países, para além do Banco Mundial. E já há resultados: o Qatar prometeu 1,25 mil milhões de dólares de ajuda e França confirmou o programa de assistência de mil milhões de euros até 2020.

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Beji Caid Essebsi, presidente tunisino, garantiu que “a Tunísia tem infraestruturas avançadas e uma economia aberta e competitiva, integrada no mercado global. Ou seja, pode tornar-se num destino para o investimento e exportações dos mercados europeus, árabes e africanos”.

Recorde-se que depois da Primavera Árabe, para além dos problemas políticos e económicos internos, a Tunísia sofreu com a crise financeira internacional. E para piorar o cenário, os ataques terroristas ocorridos no ano passado afetaram de forma grave o turismo, uma das principais fontes de receitas do país.

Os investimentos estrangeiros diretos recuaram 7,6% este ano em comparação com 2010 e a taxa de desemprego está nos 15,5%.

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