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Trump insiste que houve milhões de votos "ilegais" em Hillary Clinton

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De AFP, REUTERS, VOA, EFE, APTN
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Donald Trump continua a afirmar que milhões de pessoas votaram ilegalmente nas eleições presidenciais, mas não apresenta qualquer prova para corroborar o que diz.

Donald Trump continua a afirmar que milhões de pessoas votaram ilegalmente nas eleições presidenciais, mas não apresenta qualquer prova para corroborar o que diz.

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O republicano Paul Ryan, líder da Câmara dos Representantes já disse que “não viu nenhuma prova que vá nesse sentido” e que deixou isso claro ao presidente.

Os republicanos estão preocupados com os efeitos que as alegações de Trump podem ter na credibilidade do sistema eleitoral norte-americano.

O porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer, afirma que a “crença” do presidente numa “fraude eleitoral” assenta em “estudos e provas que as pessoas lhe apresentaram”.

As alegações de Trump já foram contestadas em vários fóruns.

Trump ganhou o Colégio Eleitoral, com 304 grandes eleitores, mas teve menos cerca de 2,9 milhões de votos do que Hillary Clinton nas eleições presidenciais do passado dia 8 de novembro.

Segunda-feira, o novo presidente dos Estados Unidos disse aos líderes do Congresso que só perdeu o voto popular porque houve três a cinco milhões de votos “ilegais” em Hillary Clinton, renovando alegações sobre fraude eleitoral, que já tinha levantado durante a campanha e que nunca provou.

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