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Japão e a UE querem travar protecionismo e escalada militar

Japão e a UE querem travar protecionismo e escalada militar
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O Japão e a União Europeia querem criar uma nova aliança política e comercial contra as ameaças de protecionismo e da escalada militar, sobretudo depois de mísseis norte-coreanos terem atingido o mar do Japão.

Durante a visita do primeiro-ministro japonês a Bruxelas, terça-feira, o presidente da Comissão Europeia disse que “reiterei o compromisso junto do primeiro-ministro Abe, nomeadamente após as violações das resoluções do Conselho de Segurança da ONU pela da Coreia do Norte”.

“Continuaremos a implementar as resoluções da ONU e a avaliar outras medidas restritivas necessárias para manter a pressão”, acrescentou Jean-Claude Juncker.

O acordo de livre comércio e de parceria estratégica começou a ser negociado em 2013, mas tem estado estagnado.

O primeiro-ministro japonês sublinhou que é preciso travar o crescente protecionismo.

“No futuro, o Japão, a UE e os EUA devem, de mãos dadas, trabalhar para manter e reforçar a ordem internacional livre e aberta e, hoje, desejo reafirmar essa resolução junto dos presidentes Tusk e Juncker”, disse Shinzo Abe.

A próxima ronda de negociações decorre em abril e o acordo deverá ser concluído até ao final do ano, conduzindo a uma cimeira.

O correspondente da euronews em Bruxelas, Isabel Marques da Silva, explica que “depois de ter anulado a tradicional cimeira anual, no ano passado, a União Europeia e o Japão tentam reavivar as negociações para um acordo comercial e político. O Japão tem de ser especialmente cuidadoso para que os termos do acordo não afrontem os EUA, principal parceiro de defesa contra as ambições militares da China e a agressividade da Coreia do Norte”.