Crianças iemenitas malnutridas e face a uma epidemia de cólera mortífera

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A epidemia de cólera e a fome potenciadas pela guerra no Iémen traduzem-se numa situação humanitária desastrosa.

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A epidemia de cólera e a fome potenciadas pela guerra no Iémen traduzem-se numa situação humanitária desastrosa.

Mais de 60 por cento da população não sabe quando, nem de onde, virá a sua próxima refeição. Segundo a Organização Mundial da Saúde, a UNICEF e o Programa Alimentar Mundial, perto de dois milhões de crianças iemenitas sofrem de má-nutrição aguda. Os três organismos alertam: 80 por cento das crianças no Iémen precisam de ajuda humanitária imediata.

Durante uma visita de três dias ao país, David Beasley, diretor-executivo do Programa Alimentar Mundial, explicou que reforçaram as ajudas e tentam “servir atualmente refeições a nove milhões de pessoas no Iémen. Mas, sem receber os fundos necessários, centenas de milhares de crianças morrerão nos próximos meses e milhões de pessoas enfrentarão a fome.”

A falta de água potável facilita também o alastramento da cólera, que já fez perto de dois mil mortos desde abril e que ameaça 400.000 iemenitas. Para combater a epidemia, a Cruz Vermelha Internacional duplicou para 100 milhões de dólares, nos últimos três meses, o seu orçamento para o Iémen.

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