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Migração provoca debate inflamado no Parlamento Europeu

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Migração provoca debate inflamado no Parlamento Europeu
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Nadar pela vida em alto mar. Aproximadamente 700 migrantes morreram no Mediterrâneo este ano, quando tentavam fazer a viagem até à Europa, à procura de uma vida melhor. A crise humanitária continua e Itália continua a impedir que os navios atraquem nos portos do país.

Este tema provocou um debate inflamado numa das primeiras sessões do recém-eleito Parlamento Europeu. Mas o partido do vice-primeiro ministro italiano Matteo Salvini sente-se abandonado_: "a verdade é que apenas nosso governo e nosso ministro Matteo Salvini, com grande coragem e contra todos os insultos, estão a tentar impedir o tráfico humano e a imigração ilegal, salvando vidas"_, disse a eurodeputada italiana Annalisa Tardino.

O governo italiano tem processos criminais em andamento contra capitães de ONGs que salvam migrantes. É o caso da alemã Carola Rackete, a capitã do navio Sea Watch 3.

A nova presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, promete um novo acordo sobre a migração. A Alemanha sugere que os países da UE assinem um acordo não vinculativo, onde prometem receber migrantes, mas os observadores dizem que é preciso chegar a um compromisso legal.

A Finlândia assume a presidência das reuniões de ministros da UE e promete fazer da migração uma questão importante da agenda. O número de pessoas que chegam às costas da Europa diminuiu drasticamente no ano passado, mas os conflitos sobre o que fazer aos migrantes que chegam continuam.

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