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A única central elétrica de Gaza foi encerrada por falta de combustível

A destruição na ruas de Gaza, após os bombardeamentos israelitas
A destruição na ruas de Gaza, após os bombardeamentos israelitas Direitos de autor Ben Curtis/AP
Direitos de autor Ben Curtis/AP
De  Euronews
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A guerra entre Israel e o Hamas já cobrou quase 2500 vidas, já deixou milhares de feridos e mais de 220 mil refugiados, só na Faixa de Gaza.

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A Faixa de Gaza está sitiada e já sem eletricidade. A única central elétrica ficou sem combustível e foi encerrada esta quarta-feira.

Os bombardeamentos incessantes dos últimos dias já mataram mais de mil pessoas e deixaram cinco mil feridas.

Foram destruídos mais de 500 edifícios, entre os quais três escolas.

Pelo menos 11 trabalhadores da ONU foram mortos pelos bombardeamentos israelitas em quatro dias.

Do lado israelita já terão sido mortas mais de 1200 pessoas.

O Estado hebraico formou um governo de unidade nacional para durar enquanto durar a guerra.

O governo ordenou aos cidadãos do norte para se refugiarem devido a suspeitas de infiltração no espaço aéreo israelita a partir do Líbano. Segundo a imprensa local poderá tratar-se de voos de drones.

O secretário-geral da ONU manifestou preocupação com a tensão e fogo cruzado na fronteira entre o Líbano e Israel e pediu a todas as partes para conterem o contágio das hostilidades a essa região.

Guterres também pediu a libertação de todos os reféns israelitas que se encontram em Gaza, que Israel estima serem mais de uma centena.

Segundo dados da ONU, há mais de 220 mil palestinianos refugiados em 92 unidades da Agência para os Refugiados Palestinianos, na Faixa de Gaza.

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