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Chile, Argentina, Bolívia e Peru assinam acordo sobre lítio e cobre

Autoridades mineiras do Peru, Argentina, Chile e Bolívia após a assinatura da declaração conjunta sobre minerais estratégicos, 28 de agosto de 2026, em Santiago do Chile.
Autoridades mineiras do Peru, Argentina, Chile e Bolívia após a assinatura da declaração conjunta sobre minerais estratégicos, 28 de agosto de 2026, em Santiago do Chile -  Direitos de autor  Ministerio de Minería de Chile
Direitos de autor Ministerio de Minería de Chile
De Marina Neila
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Quatro países sul-americanos procuram reforçar a cooperação e atrair investimento, posicionando a região como fornecedor fiável de recursos essenciais para a transição energética.

Chile, Argentina, Bolívia e Peru assinaram esta sexta-feira, em Santiago, uma declaração conjunta para aprofundar a sua cooperação no domínio dos minerais estratégicos. Os quatro países pretendem reforçar o desenvolvimento, a coordenação e o investimento, e consolidar o papel da América do Sul como fornecedora mundial fiável para a transição energética.

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O acordo centra-se em recursos como o cobre e o lítio, dos quais os quatro países dispõem de reservas importantes. A declaração prevê ainda procurar apoio técnico e financeiro junto de organismos multilaterais e promover iniciativas conjuntas de investigação, inovação e reforço institucional.

Os governos propõem também aprofundar a cooperação técnica e o intercâmbio de informação e de experiências, de modo a favorecer um desenvolvimento responsável da atividade mineira e criar cadeias de abastecimento mais seguras e sustentáveis. O pacto surge num contexto de crescente procura internacional de minerais críticos, impulsionada pela transição energética e pelas novas tecnologias.

O ministro chileno da Economia e Minas, Daniel Mas, afirmou que a procura mundial destes minerais poderá aumentar entre 400% e 600% na próxima década, devido ao avanço da transição energética e da inteligência artificial.

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