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Quanto está a custar-lhe a inflação? Pergunte ao chatbot de IA da Euronews

Bombas de combustível numa estação de serviço em Turim, Itália, na sexta‑feira, 24 de julho de 2026
Bombas de combustível numa estação de serviço em Turim, Itália, na sexta-feira, 24 de julho de 2026 -  Direitos de autor  AP Photo/Marco Alpozzi
Direitos de autor AP Photo/Marco Alpozzi
De Elisabeth Heinz
Publicado a •Últimas notícias
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Por toda a Europa, aumentam os protestos contra a subida dos custos da habitação, comida e energia, exigindo respostas dos governos. Descubra como a inflação pesa no dia a dia dos europeus com o chatbot de IA da Euronews.

A inflação na zona euro atingiu 3,8% em setembro de 2026, acima dos 3,2% registados em agosto, segundo estimativas do Banco Central Europeu (BCE). Os valores variam, com a Lituânia na frente, com 6,1%, seguida da Bulgária (5,6%) e do Luxemburgo e Chipre, ambos com 5,2%. Malta registou o aumento mais baixo, de 2,4%.

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A energia é o principal motor desta subida, com os preços a aumentarem 18,9% em setembro, numa altura em que a guerra no Médio Oriente parou a produção de gás natural liquefeito, alimentou a volatilidade dos preços do gás e abalou o mercado energético mundial.

Em resposta, a UE propôs várias medidas, incluindo o programa AccelerateEU, para reforçar a resiliência energética. Os Estados‑membros introduziram apoios específicos, como tetos para os preços da electricidade, vales de energia e reduções das taxas sobre os combustíveis.

Mas as faturas de energia mais elevadas atingem toda a economia. Setores intensivos em energia, incluindo a indústria transformadora, a química e a agricultura, enfrentam custos de produção crescentes. Outros setores, como o agroalimentar e o farmacêutico, são afetados de forma indireta pelo aumento dos custos operacionais e das cadeias de abastecimento.

As empresas repercutem estes aumentos nos consumidores, o que faz subir o custo geral dos bens e aprofunda a crise do custo de vida na Europa.

Os bens essenciais do dia a dia, incluindo alimentos, álcool e tabaco, registaram uma inflação de 1,3% em setembro. A inflação dos serviços na saúde, educação e transportes subiu para 3,2%, enquanto a inflação dos bens industriais atingiu 1,1%, de acordo com o BCE.

A inflação atingiu também o mercado da habitação. Segundo o Eurostat, os preços das casas subiram 5,1% e as rendas 3% no primeiro trimestre de 2026, face ao primeiro trimestre de 2025, o que desencadeou protestos em toda a Europa.

Vários Estados‑membros, incluindo Itália e Grécia, pediram mais flexibilidade orçamental para ajudar famílias e empresas a lidar com a escalada de preços, mas Bruxelas recusou.

Quer saber mais sobre a crise de inflação na UE? Pergunte ao chatbot de IA da Euronews!

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