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Sánchez promete recuperar confiança na alta velocidade após acidente mortal de Urda

Presidente do Governo de Espanha, Pedro Sánchez, fala durante uma conferência de imprensa no Palácio da Moncloa, em Madrid, terça-feira, 6 de outubro de 2026
Presidente do Governo de Espanha, Pedro Sánchez, fala durante uma conferência de imprensa no Palácio da Moncloa, em Madrid, na terça-feira, 6 de outubro de 2026. -  Direitos de autor  Copyright 2019 The Associated Press. All rights reserved
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De Christina Thykjaer
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O líder socialista prometeu recuperar a confiança na alta velocidade “custe o que custar” após o acidente de Urda, que provocou 69 mortos. Sánchez garantiu uma investigação rigorosa e transparente e confirmou apoios para as vítimas.

O presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez, comprometeu-se esta segunda-feira a restabelecer a confiança dos cidadãos na alta velocidade ferroviária “o mais rapidamente possível, custe o que custar”, após o acidente de comboio em Urda (Toledo), que provocou 69 mortos.

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Na sua intervenção no fórum World in Progress (WIP), realizado em Barcelona, garantiu uma investigação exaustiva e transparente para esclarecer as causas da tragédia.

Além disso, confirmou que o Conselho de Ministros vai aprovar esta terça-feira um pacote de apoios para as vítimas e os familiares dos mortos, uma medida que o Executivo já tinha adiantado. Os apoios incluem ajuda económica, adiantamentos de indemnizações e mecanismos de assistência para os afetados.

Sánchez recordou o sofrimento das famílias e lamentou as consequências do acidente. “Há dezenas de famílias destruídas por causa de um acidente que jamais devia ter acontecido. E há também um país inteiro que chora com elas”, declarou.

As causas do acidente continuam sob investigação. Sánchez assegurou que as entidades responsáveis por esclarecer o que aconteceu vão dispor dos recursos necessários para realizar o seu trabalho. “Farão isso com todos os meios que forem necessários para esclarecer as causas com total transparência e de forma exaustiva e rigorosa”, afirmou.

As declarações surgem depois de a juíza que investiga o acidente ter ordenado, este fim de semana, procurar as vítimas “de maneira ininterrupta”, também durante a noite.

Até ao momento, as equipas forenses identificaram 66 das 69 pessoas que morreram. As autoridades esperam identificar nas próximas horas as três vítimas restantes, que poderão ser de nacionalidade estrangeira.

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