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Permanece o braço-de-ferro sobre visitas da troika a Atenas

Permanece o braço-de-ferro sobre visitas da troika a Atenas
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Permanece o braço-de-ferro para saber como é que a troika vai retomar as avaliações periódicas em Atenas.

Tenho dito que novas negociações em Bruxelas só podem começar quando os técnicos também forem bem-vindos em Atenas.

Para já Bruxelas será o palco para reiniciar as conversações técnicas entre o governo da Grécia e as instituições credoras.

Mas no final da reunião dos ministros das Finanças dos 28 países, esta terça-feira, Jeroen Dijsselbloem foi claro: “Tenho dito que novas negociações em Bruxelas só podem começar quando os técnicos também forem bem-vindos em Atenas”.

“Se isso continuar a ser um problema, o processo não será iniciado, mas os ponteiros do relógio continuarão a avançar. O processo tem de correr em paralelo: em Bruxelas e em Atenas”, disse o presidente do Eurogrupo, que reúne os 19 países que usam a moeda única.

A primeira reunião técnica, marcada para esta quarta-feira, destina-se a rever a lista de reformas proposta por Atenas para desbloquear o resto do empréstimo que recebeu das instituições de crédito.

Esta é expressão cada vez mais usada para evitar melindrar o governo grego com o termo troika.

Atenas recusa o formato anterior de avaliação em conjunto do Banco Central Europeu/Fundo Monetário Iternacional/Comissão Europeia e insiste em visitas individuais de cada um dos credores.

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