Loader
Encontra-nos
Publicidade

Permanece o braço-de-ferro sobre visitas da troika a Atenas

Permanece o braço-de-ferro sobre visitas da troika a Atenas
Direitos de autor 
De Isabel Marques da Silva com Lusa, Reuters
Publicado a
Partilhar Comentários Siga a Euronews no Google
Partilhar Close Button

Permanece o braço-de-ferro para saber como é que a troika vai retomar as avaliações periódicas em Atenas. Para já, Bruxelas será o palco para reiniciar as conversações técnicas entre o governo da Gréc

Permanece o braço-de-ferro para saber como é que a troika vai retomar as avaliações periódicas em Atenas.

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Para já Bruxelas será o palco para reiniciar as conversações técnicas entre o governo da Grécia e as instituições credoras.

Mas no final da reunião dos ministros das Finanças dos 28 países, esta terça-feira, Jeroen Dijsselbloem foi claro: “Tenho dito que novas negociações em Bruxelas só podem começar quando os técnicos também forem bem-vindos em Atenas”.

“Se isso continuar a ser um problema, o processo não será iniciado, mas os ponteiros do relógio continuarão a avançar. O processo tem de correr em paralelo: em Bruxelas e em Atenas”, disse o presidente do Eurogrupo, que reúne os 19 países que usam a moeda única.

A primeira reunião técnica, marcada para esta quarta-feira, destina-se a rever a lista de reformas proposta por Atenas para desbloquear o resto do empréstimo que recebeu das instituições de crédito.

Esta é expressão cada vez mais usada para evitar melindrar o governo grego com o termo troika.

Atenas recusa o formato anterior de avaliação em conjunto do Banco Central Europeu/Fundo Monetário Iternacional/Comissão Europeia e insiste em visitas individuais de cada um dos credores.

Ir para os atalhos de acessibilidade
Partilhar Comentários Siga a Euronews no Google

Notícias relacionadas

Fed sobe juros pela primeira vez desde 2023 em votação unânime que desafia Trump

Mercados europeus recuperam antes de subida esperada das taxas da Fed

Porque é que o dinheiro europeu financia o boom da IA americana?