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Os vencedores do Festival de Cinema de Karlovy Vary

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Este ano, o globo de cristal do Festival de Cinema de Karlovy Vary, na República Checa, foi atribuído à longa-metragem norte-americana “Bob and the Trees”.

O primeiro filme de Diego Ongaro, realizador francês radicado nos Estados Unidos, baseia-se numa história verídica. O elenco da obra é maioritariamente composto por atores amadores.

“Bob and the Trees” conta a história de um lenhador norte-americano apaixonado pelo golfe. Bob Tarasuk incarna o seu próprio papel.

“Conheci o Bob há oito anos. Antes de escolhê-lo para o meu filme, éramos amigos, vivíamos na mesma cidade. Sempre gostei da personalidade dele, do carisma dele. Sempre soube que iria fazer um filme com ele, sobre um lenhador porque ele é um lenhador e um homem da floresta”, contou o realizador francês.

“Nunca atuei na minha vida, o realizador viu algo em mim de especial e acabou mesmo por ser algo especial”, declarou Bob Tarasuk, ao receber o prémio.

O globo de cristal para melhor realizador foi atribuído ao cineasta kosovar Visar Morina. “Babai” conta a história de uma criança de dez anos que vive entre dois países, a Alemanha e o Kosovo.

“Durante a rodagem houve vários desafios, porque a a maioria das cenas passam-se com uma criança. Filmámos na água, nas árvores, com animais, tive muito sorte com a minha equipa”, sublinhou o realizador kosovar.

A secção especial “O leste do Oeste” atribuiu o primeiro prémio ao filme “The Wednesday Child,” da realizadora húngara Lili Horvath. A ação da longa-metragem passa-se num orfanato.

“O filme é o retrato de uma jovem com tendências auto-destrutivas mas apesar disso gostamos dela”, explicou a realizadora Lili Horvath.

A realizadora checa Helena Trestikova venceu o prémio para melhor documentário com “Mallory”. O filme retrata o percurso de uma mulher que tenta deixar a droga e uma vida de marginalidade depois de ter um filho.

O Festival de cinema de Karlovy Vary, o mais importante da Europa de Leste, celebra este ano meio século.