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Instabilidade na Tailândia: chefe do executivo culpa oposição do nordeste da autoria de atentados

Instabilidade na Tailândia: chefe do executivo culpa oposição do nordeste da autoria de atentados
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De  Maria-Joao Carvalho
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O governo tailandês denunciou causas políticas dos atentados recentes em Banguecoque. Prime Minister, Chan-ocha Says Bangkok Blast Is ‘Worst Ever’

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O governo tailandês denunciou causas políticas dos atentados recentes em Banguecoque.

Prime Minister, Chan-ocha Says Bangkok Blast Is ‘Worst Ever’: The Prime Minister, Prayuth Chan-ocha has… http://t.co/U9NloXXwS1#Skibabs360

— Skibabs360 Media (@Skibabs) August 18, 2015

Primeiro-ministro tailandês, Prayuth Chan-Ocha: - Há aqui no país, indivíduos e grupos de indivíduos que procuram destruir a Tailândia. As tentativas de destruição em curso têm, provavelmente, uma motivação política. Visam, por algum motivo desconhecido, a economia, o turismo.

Nas eleições de 2001, as primeiras sob uma constituição, criada em 97, o milionário das telecomunicações Thaksin Shinawatra venceu e cumpriu um mandato de quatro anos, dando início à crise política que se arrasta há anos.

Foi reeleito, nas eleições de 2005, e derrubado por um golpe militar, em 2006. Nesse ano, surgiu o movimento identificado com a cor das t-shirts dos apoiantes, vermelha.

Na Tailândia, a complexa situação passou a ser representada por dois movimentos: vermelhos do norte, mais pobres, contra os amarelos do sul, onde está a riqueza do turismo, do capital.

A história das últimas décadas na Tailândia é recheada de golpes militares. O motivo da situação é que o poder político não consegue governar através de mecanismos democráticos, resolvendo as diferenças e crises com a intervenção do exército..

#Thailand – Top police and military posts get divided up http://t.co/LS3u9hwaGJ

— Incident Alerts (@Incident_Alerts) August 15, 2015

O homem acusado de fomentar a revolta dos vermelhos, atacando o coração da riqueza é aquele que, há um ano, tomou o poder (com o apoio do rei) através de mais um golpe de Estado. Antes de vestir roupas civis, o general Prayut Ocha Cha era o chefe das Forças Armadas. Foi ele que declarou a lei marcial em maio 2014, depois de meses de crise política.

Demitiu Yingluck Shinawatra, irmã do ex-primeiro-ministro, eleita nas eleições legislativas de 2011. Um clã e uma família ligada aos negócios, também com parte do exército e da monarquia do seu lado.

Yingluck Shinawatra Raises Concerns over Military’s Drafted C http://t.co/F1C9VzNJzB via Easy_Branches</a> <a href="https://twitter.com/easybranches">easybranchespic.twitter.com/U4QWrOTaRH

PhuketDailyNews (PhuketDailyNews) August 17, 2015

A batalha dura há 10 anos, desde a chegada ao poder de Shinawatra, um multimilionário populista que soube seduzir a classe média baixa. Apesar das acusações de corrupção, continua a ter apoiantes.

Os vermelhos continuam a exigir o regresso do clã deposto ao poder.

A Junta Militar foi condenada pela comunidade internacional e só tem a ganhar com esta condenação pública de envolvimento de um grupo antigovernamental do Nordeste da Tailândia no ataque bombista no coração de Banguecoque, às portas de um templo hindu, Morreram 22 pessoas e 123 ficaram feridas. Um outro atentado, junto do metro, não provocou vítimas. O governo diz que o objetivo foi prejudicar a economia e o turismo e que já se está a aproximar dos suspeitos.

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