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Schäuble e Lagarde querem dinheiro mais caro

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O ministro alemão das Finanças encontrou uma aliada de conveniência na diretora-geral do FMI. Christine Lagarde alertou na quinta-feira para as consequências das políticas de estímulo monetário. Palavras que soaram a música para os ouvidos de Wolfgang Schaüble que desaprova a política monetária do Banco Central Europeu.

“Se até o FMI lança um aviso relativamente às consequências das políticas de dinheiro fácil, penso que é um sinal de esperança que vamos finalmente levar a sério o que anda há muito tempo a repetir o Bank for Internacional Settlements: o peso global da dívida juntamente com as políticas de estímulo monetário representam um dos maiores riscos que temos de enfrentar” – afirmou o titular da pasta das finanças da Alemanha, esta sexta-feira.

Já quanto à situação no Deutsche Bank, nada disse. Christine Lagarde referiu que a instituição germânica representa o maior perigo atualmente para o sistema financeiro e que deve proceder a reformas profundas.

O governo alemão não quer intervir no Deutsche Bank que está a tentar negociar com os Estados Unidos a redução de uma multa de 14 mil milhões de dólares por causa de produtos financeiros ligados a hipotecas.