Hungria investiga Abdeslam

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De  Nara Madeira
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A pedido das autoridades francesas, as húngaras continuam a investigar as ligações locais de Salah Abdeslam, que fez várias viagens à Hungria em 2015.

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A pedido das autoridades francesas, as húngaras continuam a investigar as ligações locais de Salah Abdeslam, que será o único terrorista que sobreviveu aos atentados de Paris de 13 de novembro de 2015, e que fez várias viagens à Hungria, nesse ano. As autoridades húngaras tentam identificar todas as pessoas com as quais Abdeslam teve contacto no país.

“A sua história e ligações devem ser investigadas devido aos ataques terroristas, que se seguiram, na Europa”, adianta Pál Volner.

Uma publicação húngara escreve que ativistas de uma organização não-governamental ajudaram homens a comprar cartões para telemóvel, receber transferências de dinheiro do estrangeiro ou forneceram-lhes alojamento. A Migration Aid era a que mais trabalhava no terreno na altura.

“Ninguém me disse que, possivelmente, eles receberam aquele que seria um futuro terrorista. Não faço ideia a quem se referia o jornal”, explica a antiga porta-voz da organização. Zsuzsanna Zsohár lembra que alertaram, várias vezes, as autoridades sobre pessoas suspeitas que chegavam entre os refugiados:

“Sobre as denúncias que fizemos não recebi retorno”, afirmou Zsohár.

Zsuzsanna Zsohár acrescenta que não foi contactada nem pelas autoridades húngaras, nem pelas francesas ou belgas, no âmbito da investigação.

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