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"Art Basel Hong Kong" atrai artistas e colecionadores

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"Art Basel Hong Kong" atrai artistas e colecionadores

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REUTERS/Bobby Yip
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A Art Basel Hong Kong abriu as portas.

Cerca de 250 galerias de todo o mundo, incluindo quatro do Brasil, apresentam mais de 3000 obras de arte provenientes de todo o planeta. Os colecionadores chineses continuam a desempenhar um papel dominante nas vendas globais do setor.

Segundo números da Art Basel, a China representa, hoje, o segundo maior mercado de arte, logo a seguir aos Estados Unidos da América.

"Creio que que um dos fatores mais originais no cenário do colecionador chinês é o facto de haver tantas gerações diferentes de colecionadores. Desde os muito, muito experientes aos jovens colecionadores, nos seus 20 anos. Ao longo dos anos, assistimos a uma mudança nos gostos e interesses no meio e, também, nos artistas de todo o mundo", assegura a diretora da Art Basel Ásia, Adeline Ooi.

Numa mostra privada, antes do início da feira, um quadro do pintor holandês Willem De Kooning foi vendido, por mais de 28 milhões de euros, a um colecionador privado.

As obras do artista norte-americano, Jeff Koons, ascendem aos 40 - 50 milhões de euros, sendo assim responsável pela arte mais cara vendida num leilão por um artista vivo.

Jeff Koons conta: "o meu trabalho é baseado em filosofia. E a palavra mais usada na filosofia é 'refletir'. É por isso que eu trabalho com a reflexão. Quando vemos algo reflexivo, isso afirma-nos, mas afirma, também, todas as outras coisas no mundo e no universo".

A Art Basel Hong Kong é a maior feira de arte contemporânea da Ásia e encerra as portas este sábado.

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