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Protesto vivo dos coletes amarelos em França

Protesto vivo dos coletes amarelos em França
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REUTERS/Christian Hartmann
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A contestação dos coletes amarelos não morreu e está bem viva. Prova disso são os cerca de 84 mil manifestantes, de acordo com as autoridades, que marcharam um pouco por toda a França naquele que foi o nono sábado consecutivo de protesto do movimento. Não há números independentes.

A principal exigência é a demissão de Emmanuel Macron.

"O presidente Macron disse ontem à noite que os franceses não sabiam fazer esforços. Sempre que fala ele vai longe demais", diz um manifestante na capital francesa.

Outro acrescenta que "os indivíduos que estão no poder não querem abrir mão de nada, eles vivem no seu próprio mundo, fraude, pensam sempre na sua própria vantagem, e não têm razão para abandonar, não conhecem melhor, e é o mesmo para nós, não temos motivos para largar não conhecemos outra coisa que a miséria, por isso somos os inimigos perfeitos."

Os protestos foram pacíficos com exceção de alguns momentos em que a contestação degenerou em confrontos.

A polícia deteve mais de 200 pessoas, a maior parte logo pela manhã para prevenir o acesso de elementos mais perigosos às manifestações.

Na terça-feira o governo abre o chamado grande debate nacional, numa tentativa de criar um consenso em torno dos problemas sociais que o executivo se deve concentrar.