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Sergio Bernal dança ballet e flamenco em Sochi

Sergio Bernal dança ballet e flamenco em Sochi
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O Festival Internacional de Arte de Sochi apresentou, este ano, várias colaborações entre artistas russos e de vários países. Sergio Bernal foi uma das personalidades convidadas a conceber um espetáculo para o festival russo. O bailarino da Companhia Nacional de Bailado de Espanha concebeu uma obra que mistura flamenco e dança clássica.

"Quando se dança flamenco é muito importante ter aulas de ballet todos os dias porque é preciso dançar e fazer piruetas como no bailado clássico", sublinhou Sergio Bernal.

"Os passos no flamenco são mais rítmicos. Dança-se mais com a parte de baixo e no ballet dança-se mais com a parte de cima, mas, são estilos compatíveis, afirmou o bailarino Joaquín de Luz.

Além dos espetáculos, todos os anos, o Festival organiza Masterclasses. A seleção de artistas convidados este ano para dar aulas, incluiu o pianista sul-coreano Daejin Kim e o violoncelista de origem suíça Ivan Monighetti.

"Há técnicas especiais e exercícios para relaxar mas quando a música começa esquecemos tudo e vivemos a música completamente", contou Ivan Monighetti.

O som da água e dos oceanos

O espetáculo do grupo U-Theatre de Taiwan integrou artes marciais, meditação, dança e percussão. A produção intitulada "Som do Oceano" foi apresentada no festival de Avignon há dez anos e foi um dos destaques do festival de Sochi.

"Com a nossa música, com a percussão e o movimento simulamos a diversidade dos sons da água, em cinco partes distintas relacionadas com o oceano e com água. O espetáculo começa com gotas de chuva que depois se juntam uma às outras numa corrente e criam um rio. No final, todos os rios desaguam para o oceano", explicou Huang Chih Chun, diretor musical do espetáculo.

Yuri Bashmet dirigiu a Nova Orquestra Estatal Sinfónica da Rússia, durante um espetáculo que misturou música, vídeo e poesia. A euronews pediu ao maestro e diretor artístico do festival para descrever o trabalho de quem dirige uma orquestra.

"Não é uma ditatura. As cem pessoas da orquestra sinfónica têm que acreditar e confiar no maestro. Não é um polícia que diz 'direita' ou 'esquerda'. Dirigimos músicos profissionais. Mas, é claro que o ambiente musical depende do trabalho do maestro", sublinhou Yuri Bashmet.

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