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"Breves de Bruxelas": Copenhaga neutra em CO2, Paraísos Fiscais, Hamas e Sondagens

"Breves de Bruxelas": Copenhaga neutra em CO2, Paraísos Fiscais, Hamas e Sondagens
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Copenhaga quer tornar-se na primeira capital neutra de emissões de dióxido de carbono, até 2025. Para tal, a cidade quer alargar ainda mais a já impressionante rede de 379 quilómetros de ciclovias.

A capital dinamarquesa tem também como objetivo que metade das viagens quotidianas sejam feitas de bicicleta e que as viagens de carro diminuam de 31% para 25%, até 2025.

Este é o tema de abertura do programa "Breves de Bruxelas", que passa em revista a atualidade europeia diária. Em destaque estão, também, as seguintes notícias:

  • A Oxfam International acusa a União Europeia de branquear alguns dos paraísos fiscais com pior reputação do mundo. Num relatório divulgado esta quarta-feira, a organização sem fins lucrativos diz que os ministros das Finanças da União se preparam para retirar nove países e territórios da lista negra, como as Bahamas, Ilhas Caimão, Ilhas Virgens Britânicas ou Panamá. A Oxfam revela ainda que Bruxelas deverá também acrescentar mais 18 países à lista por não terem feito reformas suficientes. Os ministros das Finanças da União Europeia vão rever a lista negra dos paraísos fiscais numa reunião na próxima semana.
  • O Tribunal de Justiça da União Europeia rejeitou o recurso do Hamas para que o grupo palestiniano seja retirado da lista de organizações terroristas. O Hamas argumentou que era um movimento político legal que forma o núcleo do governo palestiniano, mas os juízes do Luxemburgo consideraram que o Hamas não mostrou que a ala política e armada são separadas. Como consequência, os ativos do Hamas na União Europeia vão continuar congelados.
  • A recém-criada "Coligação Europeia", na Polónia, lidera as sondagens para as eleições de maio com 37,5% das intenções de voto. A aliança pró-União Europeia é composta por vários partidos de esquerda e de centro-direita. A sondagem divulgada pelo Parlamento Europeu revela ainda que o partido ultraconservador Lei e Justiça, do primeiro-ministro Mateusz Morawiecki, é segundo nas projeções com 36,3% das intenções de voto.