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União Europeia apela ao recuo das tensões em Hong Kong

União Europeia apela ao recuo das tensões em Hong Kong
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REUTERS/Adnan Abidi
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A União Europeia apelou ao recuo das tensões depois de vários dias de confrontos entre manifestantes e a polícia.

A chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini, apelou à calma afirmando que a resposta das autoridades deve ser "proporcional". Mogherini sublinhou ainda a importância de respeitar as liberdades fundamentais.

O apelo da responsáel europeia coincidiu com mais uma noite de violência na Universidade Politécnica de Hong Kong, que há três dias serve de palco aos confrontos entre estudantes e a polícia.

Durante a noite a polícia autorizou a saída de um grupo de menores que se encontrava no interior do campus universitário. Pelo menos uma centena de estudantes mantêm-se barricados nas instalações, segundo as autoridades.

A polícia teria igualmente detido cerca de 400 estudantes.

A governadora de Hong Kong apelou ao fim pacífico dos protestos. Falando esta terça-feira aos jornalistas, Carrie Lam, afirmou "este objetivo pode apenas ser atingido com a total cooperação dos manifestantes que têm que parar com a violência, baixar as armas, entregar-se e receberem instruções da polícia".

O apelo de Carrie Lam foi ecoado pelo novo chefe da polícia de Hong Kong, Ting Ping_Keung, nomeado pelas autoridades chinesas, que apelou ao apoio dos cidadãos no sentido do fim dos protestos.

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