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Ofensiva síria avança na província de Idlib

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Forças do regime sírio cercam posto turco

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O Exército sírio mantém a ofensiva na província de Idlib, um dos últimos bastiões da oposição.

Com apoio aéreo russo, as forças do governo sírio ocuparam um dos 12 postos turcos de observação no noroeste do país depois de assumirem o controlo das cidades rebeldes de Maaret al-Numan e Sarakeb.

De acordo com ativistas da oposição, pelo menos oito civis morreram depois de uma escola ser atingida por mísseis.

A ONU estima que a ofensiva forçou a fuga de pelo menos 80 mil pessoas. O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, manifestou preocupação esta terça-feira. As palavras foram verbalizadas pelo porta-voz da ONU, Stephane Dujarric: "Estamos muito preocupados com a segurança de mais de três milhões de cidadãos em Idlib. A ONU negociou uma trégua humanitária de seis horas para a saída, em segurança, de mais de 2500 pessoas. Mantemos os nossos esforços com todas as partes para trabalhar para a proteção e para uma passagem segura de todos os que querem fugir das áreas afetadas."

Entre os cerca de três milhões de civis em Idlib também se contam milhares de combatentes islâmicos.

Os postos turcos de observação foram estabelecidos em setembro do ano passado, na sequência de um acordo entre a Rússia, aliada do regime de Damasco, e a Turquia, que apoia os rebeldes, com o intuito de evitar um ataque contra o bastião opositor.

De acordo com um comunicado divulgado pelo Exército sírio, o objetivo é avançar até que a província de Idlib esteja “limpa de terroristas e dos respetivos apoiantes.”

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