França reduz dependência do nuclear

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De  Nara Madeira
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França vai começar a reduzir a dependência em relação ao nuclear e a aumentar a aposta nas energias renováveis.

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Em França começa a reduzir-se, mas a passo quase de caracol, a dependência da energia nuclear. Fessenheim, na Alsácia, é a primeira central a ver desativados dois reatores, o primeiro em fevereiro, o segundo em junho.

A empresa estatal francesa do setor da eletricidade, EDF, tinha-se comprometido a desativar 14 reatores nucleares, em sete centrais, até 2035. Esta é a primeira ação nesse sentido, o que não significa o encerramento das fábricas. Trata-se apenas do fim de um ciclo de vida para os reatores mais antigos.

O governo gaulês pretende, ainda assim, reduzir a utilização de energia nuclear, em 20 por cento, até 2035 e aumentar o uso das energias renováveis. Um investimento com vista a ganhar autonomia energética e tornar-se mais amigo do ambiente.

De acordo com o Ministério da Transição Ecológica, serão gastos 1,8 mil milhões de euros em biogás e em aumentar a capacidade de produção de energia eólica no mar, uma melhoria em 40%, mas sem virar costas ao nuclear. Atualmente, 58 reatores operam em todo o país. A energia nuclear continua a ser a principal fonte de produção de eletricidade.

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