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Turbulência na aviação comercial italiana

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De Francisco Marques & Alberto de Filippis
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Processo de sucessão da Alitalia para a ITA envolto em suspeitas e com contestação dos sindicatos

A nova companhia aérea italiana, a Italia Trasporto Aereo (ITA), pretende antecipar para 06 de setembro o fecho da plataforma de contratação, que abriu a 26 de agosto.

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O motivo são as mais de 15 mil candidaturas já recebidas para preencher as 2800 vagas para já disponíveis na companhia que a 15 de outubro sucede à falida Alitalia. Os sindicatos que representam os trabalhadores da Alitalia não concordam e pedem mais tempo.

A ITA é detida a 100% pelo Ministério da Economia e Finanças italiano. Teve, por isso, de receber o aval da Comissão europeia para poder operar, mas, um pouco à imagem da portuguesa TAP, há suspeitas de que a nova companhia pode ter beneficiado das ajudas estatais à Alitalia.

O professor de gestão de empresas internacionais Matteo Caroli explicou à Euronews que "as negociações têm sido muito duras" neste processo de lançamento da ITA, mas admite que a administração tenha sido capaz "de demonstrar que a nova companhia é mesmo nova e que não recebe qualquer ajuda estatal em particular".

A Euronews tentou obter uma reacção dos sindicatos ao processo de sucessão da Alitalia e do da contratação pela ITA, mas não obteve resposta.

Foi entretanto convocada uma greve pelos empregados da Alitalia para 24 de Setembro.

Outro problema diz respeito aos passageiros com bilhetes comprados à Alitalia para os próximos meses. A empresa falida deixa de operar a 15 de outubro e a ITA, que inicia nesse mesmo dia os voos,  recusa-se a assumir os bilhetes ou o reembolso.

"A ITA é uma empresa completamente nova. Não tem qualquer relação com a Alitalia. A ITA irá competir com outras companhias para usar a marca (nome) Alitalia. Por isso, não há razão para a ITA reembolsar os bilhetes da Alitalia", considera Matteo Caroli.

Embora já tenha no plano de voos rotas, por exemplo, para os Estados Unidos, alguns analistas consideram a ITA demasiado pequena para competir no mercado internacional, mas esta parece ser a última oportunidade para a Itália manter nos céus europeus uma companhia aérea de bandeira.

Outras fontes • Ansa

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