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G20 reúne-se em Roma este fim de semana

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De  Euronews  com Lusa
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G20 reúne-se em Roma este fim de semana
Direitos de autor  Andrea Sabbadini/AP

Os líderes de alguns dos países mais ricos do mundo estão reunidos em Roma para a Cimeira do G20. As alterações climáticas e o combate à pandemia estão no topo da agenda do encontro.

Na chegada à capital Italiana, o segundo presidente católico na história dos Estados Unidos encontrou-se com o Papa Francisco durante mais de uma hora, uma reunião particularmente longa entre um presidente norte-americanos e um Sumo Pontífice.

A cordialidade hoje demonstrada parece virar a página das relações entre o Vaticano e os Estados Unidos, após anos de fria distância durante a era do ex-Presidente Donald Trump.

Além do mais, Joe Biden visitou o Vaticano no meio de críticas dos setores mais conservadores da Igreja Católica norte-americana, por causa da sua posição a favor do direito ao aborto.

Durante a reunião privada, os dois líderes discutiram o “compromisso comum de proteger e cuidar do planeta, a crise sanitária e a luta contra a pandemia de covid-19”, mas o Papa também insistiu em ouvir Biden sobre "a questão dos refugiados e a assistência aos migrantes”, de acordo com um comunicado de imprensa do Vaticano.

Também foi feita referência à "proteção dos direitos humanos, incluindo o direito à liberdade de religião e de consciência”, bem como "questões relacionados assuntos internacionais atuais”.

Depois do encontro com o Papa, Biden, concentrou-se nas relações transatlânticas ao lado do primeiro-ministro italiano.

Sobre a cimeira deste fim de semana, Mario Draghi, já disse que "marca o regresso do multilateralismo, depois de anos negros de isolamento por causa da crise sanitária". Draghi espera que o G20 encontre soluções para a subida global da inflação de preços, em particular no setor da energia, e para as progressivas lacunas nas cadeias de fornecimento.

A cimeira do G20 realiza-se num centro de congressos de Roma. A cidade destacou 2 mil polícias para controlar o trânsito. Cerca de 500 soldados vão juntar-se a equipas policiais prontas a intervir em caso de ameaça.