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Ativista pró-independência de Hong Kong declara-se culpado de secessão

Ativista pró-independência de Hong Kong declara-se culpado de secessão
Direitos de autor AFP
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De  Euronews
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Tony Chung assumiu a culpa pelos crimes de secessão e branqueamento de capitais, ao abrigo da lei de segurança nacional imposta à região por Pequim.

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Tony Chung declarou-se, esta quarta-feira, culpado de secessão, ao abrigo da lei de segurança nacional imposta por Pequim a Hong Kong. O ativista estudantil assumiu ainda o crime de branqueamento de capitais, como parte de um acordo de confissão.

"Não tenho vergonha no meu coração"

Chung foi acusado pelo procurador Ivan Cheung de ter agido como administrador das páginas de Facebook de uma filial norte-americana da Studentlocalism, uma associação estudantil pró-independência que o ativista liderou em Hong Kong, e de uma organização chamada Partido Iniciativa Independência.

Após a leitura da acusação, Chung declarou-se culpado, acrescentado ainda não sentir vergonha pelos seus atos.

O ativista foi detido em 2020 e está há mais um ano na prisão. 

Aos 20 anos, é o mais jovem pró-independentista a declarar-se culpado perante um tribunal chinês, arriscando-se a ser condenado a pena de prisão perpétua.

A sentença vai ser conhecida a 23 de novembro.

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