EUA e China discutem a invasão russa em Roma

EUA e China reúnem-se em hotel de Roma
EUA e China reúnem-se em hotel de Roma Direitos de autor Domenico Stinellis/AP
De  Giorgia OrlandiBruno Sousa
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Consequências da invasão russa para a segurança global na origem do encontro entre Washington e Pequim

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Num mundo dominado por três superpotências, se uma passa das marcas, as restantes são obrigadas a juntar-se para tentar resolver a situação. Foi o que fizeram Estados Unidos e China, esta segunda-feira em Roma.

A reunião entre Jake Sullivan, conselheiro para Segurança Nacional norte-americano, e Yang Jiechi, chefe da diplomacia do Partido Comunista chinês, durou oito horas e terminou sem declarações.

O objetivo do encontro passava por discutir as consequências da invasão russa da Ucrânia para a segurança regional e global. A China mantém uma posição neutra mas é claramente um interlocutor chave. A administração Biden tenta evitar um apoio da China a Moscovo e quer esclarecer uma posição que tem sido ambígua por parte de Pequim.

Este encontro aconteceu poucas horas depois de dois acontecimentos cruciais, o ataque russo a uma base militar a poucos quilómetros da Polónia, território da NATO, e também a notícia que sugeria que a Rússia tinha pedido apoio militar da China, desmentida por ambas as partes.

Antes do encontro, Jake Sullivan tinha feito saber à China as consequências que teriam de enfrentar caso oferecessem ajuda à Rússia. Roma assume-se como um palco decisivo para tentar encontrar uma solução diplomática capaz de terminar o conflito.

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