A Euronews Next apresenta algumas das tecnologias que o podem ajudar a manter-se fresco neste verão
Com as ondas de calor a atravessar a Europa e a tornarem a vida mais desconfortável, há tecnologias que podem tornar o calor abrasador um pouco mais suportável.
Ventoinhas: em casa e em movimento
Para quem não tem ar condicionado, uma ventoinha pode ser essencial.
Entre as opções mais interessantes estão as ventoinhas de nebulização da empresa chinesa Dreo. A Euronews Next viu-as na CES, em janeiro, na gama TurboCool, que não se limita a soprar ar fresco: projeta também uma névoa muito fina.
As partículas, ou “névoa ultrassónica”, desaparecem rapidamente, pelo que não há risco de deixar os sofás húmidos. A névoa ultrafina pode evaporar-se quase assim que sai da ventoinha.
Existem várias versões, incluindo um modelo de secretária e uma versão em torre para espaços maiores, capaz de reduzir a temperatura de uma divisão até 15,5 ºC e com um preço de 199,99 £. A versão mini consegue baixar a temperatura até 2,5 ºC (99,99 £).
As ventoinhas de nebulização estão em alta, porque conseguem baixar a temperatura de uma divisão, ao contrário das ventoinhas tradicionais.
Já nas ventoinhas de mão, úteis quando anda na rua, uma das mais faladas é da Dyson.
A ventoinha de mão HushJet Mini Cool da marca anuncia velocidades de fluxo de ar até 25 m/s e uma autonomia de seis horas com uma só carga.
Em vez de pás rotativas, utiliza um bocal de precisão e uma grelha em favo de mel que roda 360 graus, permitindo direcionar o ar em qualquer direção.
Pode também ficar pousada numa secretária ou pendurada ao pescoço com uma correia. É pequena, mas bastante potente, e o preço reflete isso: 99 €.
Para quem preferir uma ventoinha dedicada ao pescoço, também já há opções no mercado.
Na zona do pescoço passam vasos sanguíneos importantes, muito próximos da pele, por isso uma ventoinha ali colocada ajuda bastante a arrefecer. É também uma solução prática para ciclistas em dias de calor.
A ventoinha de pescoço JisuLife Life3 FA14 oferece um fluxo de ar forte e cinco velocidades diferentes. A bateria pode durar até 16 horas com uma carga.
Arrefecedor pessoal
Em maio, a Sony lançou aquilo que muitos encaram como um ar condicionado vestível.
O Reon Pocket Pro coloca-se na base do pescoço, por baixo da roupa, para arrefecer o corpo em vez de soprar ar como uma ventoinha.
Segundo a empresa, recorre a vários sensores e a um algoritmo que estima o comportamento do utilizador, a temperatura e a humidade, bem como as condições de temperatura e humidade do ambiente envolvente.
A mesma fonte indica uma autonomia de 15 horas com uma só carga. O preço é elevado: 259,99 dólares. Ainda assim, como também pode ser usado no inverno para aquecer, a utilização ao longo de vários anos pode justificar o investimento.