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Governo britânico pressiona WhatsApp para aceder a mensagens do terrorista de Londres

Governo britânico pressiona WhatsApp para aceder a mensagens do terrorista de Londres
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De  Patricia Cardoso com Reuters, Lusa, AFP
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A ministra britânica do Interior, Amber Rudd, defende o acesso das autoridades às aplicações de mensagens encriptadas como WhatsApp, para fazer avançar o inquérito sobre o atentado de…

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A ministra britânica do Interior, Amber Rudd, defende o acesso das autoridades às aplicações de mensagens encriptadas como WhatsApp, para fazer avançar o inquérito sobre o atentado de Londres. Segundo os investigadores, Khalid Masood usou o serviço antes do atentado junto ao parlamento britânico.

Em declarações à BBC, Amber Rudd defendeu: “Devemos assegurar-nos que empresas como o WhatsApp, e existem muitas outras, não forneçam um esconderijo seguro onde os terroristas comunicam entre eles”.

Folha » Uso de criptografia de ponta a ponta é 'inaceitável', diz ministra britânica#criptografia#dadospessoais#whatsapp#marcocivilpic.twitter.com/IwnxabJzUB

— Instituto Beta (@institutobeta) 27 de março de 2017

A ministra acusa a empresa norte-americana, propriedade do Facebook, de não fornecer o histórico das comunicações do autor do ataque.

No WhatsApp a encriptagem da mensagem é automática e isso implica que só o destinatário pode ter acesso ao conteúdo enviado.

https://t.co/zgUQdghCUs – how E2E encryption works.

— WhatsApp Inc. (@WhatsApp) 24 de agosto de 2016

Esta semana, Amber Rudd encontra as empresas tecnológicas para discutir o tema da colaboração com as autoridades. Rudd explica: “Não falamos de abertura, de acesso ao ‘cloud’ ou de coisas deste género. Queremos que as empresas tecnológicas reconheçam que têm responsabilidades face ao governo e às agências de segurança quando se trata de uma situação terrorista”.

O pedido do governo britânico é criticado por peritos e relança o debate em torno da privacidade e do sigilo.

No ano passado, o FBI recorreu à justiça para obrigar a Apple a desbloquear o telemóvel do autor do ataque de São Bernardino, na Califórnia, ocorrido em 2015.

A empresa tecnológica recusou, apoiada pelos cidadãos desejosos de manter a privacidade no meio das revelações sobre escutas realizadas pelos serviços secretos.

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