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Embaixador Ucrânia União Europeia pede ações mais concretas de Bruxelas

Embaixador Ucrânia União Europeia pede ações mais concretas de Bruxelas
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De  Euronews
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A Ucrânia volta a acusar a Rússia de fornecer armamento e treinar os separatistas pró-russos do leste do país depois de mais um ataque em Kramatorsk. Esta ação ocorre a poucas horas da cimeira de Mins

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Kostiantyn Yelisieiev, embaixador Ucrânia União Europeia:
“Condenamos o que está a acontecer: as vítimas deste ataque eram civis. Cerca de 300 civis morreram só nos combates da última semana. Este é um sinal muito negativo, um sinal de que os esforços diplomáticos continuam a não evitar o derramamento de sangue.”

*Natalia Richardson, euronews: *
“Esta quarta-feira vai decorrer um importante encontro em Minsk. Muitos responsáveis europeus e ucranianos descrevem-no como a última oportunidade.

Kostiantyn Yelisieiev, embaixador Ucrânia União Europeia:
“É claro que não podemos esperar que se resolva tudo de uma vez. Mas os combates têm de terminar e avançar para um cessar fogo, sobretudo dos terroristas apoiados pela Rússia. É muito importante que isso aconteça. Depois disso podemos negociar diplomaticamente. Estamos prontos para compromissos. Só não abdicamos de uma coisa: a integridade territorial e independência da Ucrânia.”

Natalia Richardson, euronews:
“Acredita na unanimidade das posições da União Europeia, ou existem alguns países pró-Rússia?”

Kostiantyn Yelisieiev, embaixador Ucrânia União Europeia:
“O mais importante hoje não são as sanções contra o país agressor. O mais importante é a união contra a agressão. Moscovo está a tentar abalar essa união. O segundo desafio é manter a chamada união transatlântica. Por isso consideramos tão importante a recente visita da chanceler alemã a Washington.”

Natalia Richardson, euronews:
“Que novos passos podem ser dados pela União Europeia para a apoiar a Ucrânia?”

Kostiantyn Yelisieiev, embaixador Ucrânia União Europeia:
“No último ano e até agora a União Europeia adotou mais de 20 resoluções sobre a Ucrânia. As intenções são boas, mas precisamos de ações concretas, como por exemplo a ajuda militar, pelo menos armas defensivas.”

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