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Espanha reforça credenciais pró-União Europeia

Espanha reforça credenciais pró-União Europeia
Direitos de autor REUTERS/Sergio Perez
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De  Joanna GillIsabel Marques da Silva
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O novo primeiro-ministro socialista de Espanha fez questão de sublinhar as credenciais pró-União Europeia na escolha do novo governo, de que são exemplos Josep Borrell, nos Negócios Estrangeiros, e Nadia Calviño, na Economia, enquanto "pesos-pesados" em experiência nas instituições europeias.

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O novo primeiro-ministro socialista de Espanha, Pedro Sanchez, fez questão de sublinhar as credenciais pró-União Europeia na escolha do novo governo, convidando "pesos pesados" em termos de experiência nas instituições europeias.

O ex-presidente do Parlamento Europeu, Josep Borrell, é o novo ministro dos Negócios Estrangeiros. Nadia Calviño, diretora-geral para o Orçamento na Comissão Europeia, assume a pasta da Economia.

"Nadia Calviño é uma conhecedora das instituições de Bruxelas, ocupou vários cargos importantes e sabe como funciona a máquina institucional e o orçamento da União Europeia. É, claramente, uma vantagem para o novo governo ter alguém que sabe bem como as coisas funcionam em Bruxelas e que pode ajudar Espanha a beneficiar disso", realçou o analista político Guntram B. Wolff, do centro de estudos Bruegel, em Bruxelas.

Espanha mostra, assim, querer ir no sentido oposto de Itália, onde, recentemente, tomou posse um governo eurocético e populista.

Face à importância destas duas grandes economias europeias, Guntram B. Wolff refere que "a Itália costumava ser um país mais rico e próspero, por isso mais pró-europeu".

"Mas a sua posição no ranking foi ficando cada vez pior ao nível da prosperidade, do crescimento económico. Há como que uma bifurcação no caminho tomado por estes países: Espanha começa a assumir uma liderança mais significativa, graças às suas políticas muito pró-europeias e ao sucesso no crescimento económico; enquanto que Itália está no lado perdedor", acrescentou.

O novo governo espanhol tomou posse, quinta-feira, com onze ministras e seis ministros, alegando querer dar prioridade na agenda política à igualdade entre homens e mulheres, à integração europeia e ao progresso de Espanha.

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