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Os desafios de Davos para 2012

Os desafios de Davos para 2012
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O Fórum Económico Mundial junta-se depois de um dos momentos mais marcantes da história recente.

Cerca de 2600 delegados encontram-se sob o tema “a grande transformação: definir os novos modelos” – um pedido para encontrar novas soluções duradouras para os problemas do globo.

Pelo terceiro ano consecutivo, a dívida fiscal crónica toma conta da agenda, tal como a necessidade de agir rapidamente.

“Há muito trabalho de casa que ainda não foi feito. Não é falta de diagnóstico, penso que é bem sabido o que deveríamos estar a fazer, é como diz aquele anúncio… just do it”, diz o diretor-geral da OCDE, Ángel Gurría.

Há uma grande lista de convidados que se vão debruçar sobre estes temas, cerca de 40 chefes de Estado e de Governo, muitos de países da Eurozona, incluindo a chanceler alemã Angela Merkel.

Diz Gerard Lyons, do Standrad Chartered: “Nos últimos seis meses precisámos de uma solução rápida e completa. Os líderes europeus não foram nem rápidos nem completos, talvez Davos lhes dê a oportunidade de mudar as coisas”.

Rapidez é uma das palavras mais ouvidas aqui. Uma das coisas que o ano de 2011 demonstrou foi a natureza rápida das mudanças que acontecem no mundo. A questão agora é como fazer os poderes mundiais aproveitar essa energia para criar uma mudança duradoura, para melhor.

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