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Operadora Orange sai de Israel e deixa Netanyahu furioso

Operadora Orange sai de Israel e deixa Netanyahu furioso
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O governo de Israel está furioso com a decisão da Orange fechar as portas no país. A operadora de telemóveis francesa anunciou esta quinta-feira o

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O governo de Israel está furioso com a decisão da Orange fechar as portas no país. A operadora de telemóveis francesa anunciou esta quinta-feira o fim da parceria com a empresa israelita Partner. A empresa de telecomunicações, parcialmente detida pelo Estado francês já garantiu que os motivos desta saída são puramente económicos, mas as autoridades de Telavive dizem que a Orange está a ceder a pressões pró-palestinianas.

O primeiro-ministro israelita, em conferência de imprensa, afirmou que “este é um espectáculo absurdo que não vamos esquecer. Já liguei ao governo francês para que rejeite publicamente este caso miserável de uma companhia que é semi-pública.” Netanyahu disse que “Israel não esquece nem vai perdoar”.

Entretanto, o novo presidente da Partner, Isaac Benbenisti, também acusou a administração da Orange de ceder às “pressões dos grupos pró-palestianos” e de participar de uma campanha de isolamento de Israel no mundo. Por isso, vai avançar com ações legais para evitar o fim da parceria.
A Orange assegurou também que vai respeitar “estritamente os acordos existentes”, uma vez que o contrato com a Partner expira apenas em 2025.
As duas empresas estão vinculadas por um acordo de licença que permite à sociedade israelita utilizar a marca e a imagem da francesa em troca de uma taxa. O contrato foi assinado em 1998, dois anos antes da aquisição da Orange pela France Telecom.

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