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China: Festival da carne de cão gera polémica mundial

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De  Ricardo Figueira  com AFP, Slate, Metro
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China: Festival da carne de cão gera polémica mundial

Na China, comer um cachorro quente é uma frase que pode ser levada à letra, sobretudo em Yulin, no sul do país, onde todos os anos se organiza o muito polémico festival da carne de cão. Só para este festival, todos os anos são mortos cerca de dez mil cães, na maioria roubados ou apanhados nas ruas.

Estes cães e gatos são roubados, não podem cometer este crime contra os animais e contra a segurança alimentar.

Um grupo de pessoas que se manifestavam contra o festival foi disperso por desconhecidos: “Estes cães e gatos são roubados, não podem cometer este crime contra os animais e contra a segurança alimentar. As autoridades, em vez de fazerem o que devem, tiram-nos as nossas faixas”, queixa-se uma manifestante.

Apesar da aparente crueldade que envolve esta celebração, há quem defenda o festival: “Não há lógica nenhuma em proibir. Você come bifes. Se fizessem uma lei a proibir comer bifes, acharia bem?”, Pergunta um vendedor de cães.

Os ativistas mobilizam-se. Uma professora reformada fez uma viagem de mais de 1000 quilómetros e gastou cerca de 1000 euros para salvar 100 cães (foto abaixo).

Anónimos e celebridades do mundo inteiro estão a mostrar, nas redes sociais, indignação contra esta festa, através do “hashtag” #StopYulin2015.

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