Rússia recorda tipulantes mortos no naufrágio do "Kursk"

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De  Euronews
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Faz 15 anos que o submarino nuclear “Kursk” naufragou, no Mar de Barents. Por toda a Rússia, são várias as cerimónias em homenagem aos 118

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Faz 15 anos que o submarino nuclear “Kursk” naufragou, no Mar de Barents.

Por toda a Rússia, são várias as cerimónias em homenagem aos 118 tripulantes que morreram.

A 12 de agosto de 2000 o submarino participava em exercícios navais. Depois da explosão de um torpedo, que terá sido provocada pela fuga de combustível, o “Kursk” ficou imobilizado no fundo do mar, a mais de 100 metros de profundidade.

“Creio que não há dúvida de que há 15 anos, durante a catástrofe do ‘Kursk’, não foi feito tudo o que era possível para resgatar a tripulação. Não havia meios para resgatá-la. O único navio de resgate, o Mikhail Rudnitsky, estava no cais em Severomorsk e nem sequer se estava a preparar para ir ao mar, apesar de estar a ocorrer toda aquela grande operação da Frota do Mar do Norte. Mas, o mais importante, é que rejeitámos e pensámos durante muito tempo se devíamos aceitar ajuda estrangeira “, afirma o presidente do clube de oficiais de submarinos russo, Igor Kurdin.

Um bilhete encontrado, num dos quatro corpos resgatados do submarino, mostra que pelo menos 23 tripulantes sobreviveram à explosão.

O naufrágio do “Kursk” obrigou a marinha russa a modernizar o equipamento de resgate de submarinos.

O governo de Moscovo mantém, ainda, sob a classificação de “secreto” os documentos relacionados com o afundamento do submarino nuclear.

Foi o mais grave acidente do Exército russo, em tempo de paz.

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