Indonésia acredita que cérebro dos ataques quer liderar Estado Islâmico no Sudeste Asiático

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De  Rodrigo Barbosa com Reuters / EFE
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A polícia indonésia deteve hoje três pessoas, com supostas ligações à série de ataques que abalou esta quinta-feira o centro de Jacarta. Os

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A polícia indonésia deteve hoje três pessoas, com supostas ligações à série de ataques que abalou esta quinta-feira o centro de Jacarta. Os atentados, reivindicados pelo Estado Islâmico, fizeram pelo menos sete mortos, incluindo cinco atacantes, e duas dezenas de feridos graves.

O chefe da polícia de Jacarta disse que a Indonésia precisa de trabalhar com os países vizinhos contra o grupo terrorista.

Numa conferência de imprensa no exterior do mais antigo centro comercial do país, o Sarinah – um dos alvos dos ataques -, Tito Karnavian afirmou que “a célula do Estado Islâmico no Sudeste Asiático inclui a Indonésia, a Malásia, as Filipinas, a Tailândia e outros países”.

As autoridades indonésias identificaram o suposto cérebro dos ataques: Bahrun Naim, um islamita radical que acreditam ter organizado os atentados à distância, a partir da Síria, com o intuito de conquistar a liderança do Estado Islâmico no Sudeste Asiático.

Entre as vítimas mortais dos ataques no bairro de Jalan Thamrin, uma zona central de Jacarta, encontram-se um indonésio e um cidadão canadiano.

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