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Brexit: Reino cada vez menos Unido

Brexit: Reino cada vez menos Unido
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De  Miguel Roque Dias com Reuters; AFP, EFE
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O Reino Unido mergulhou na instabilidade política, após o referendo sobre o “Brexit”.

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O Reino Unido mergulhou na instabilidade política, após o referendo sobre o “Brexit”. O antigo primeiro-ministro, Tony Blair, afirma que todas as hipóteses estão ainda em aberto e que a vontade da população pode mudar.

UK should keep #Brexit options open: tonyblairoffice</a> <a href="https://t.co/dvjv5uotU9">https://t.co/dvjv5uotU9</a> <a href="https://t.co/nD1CWTC8Cd">pic.twitter.com/nD1CWTC8Cd</a></p>&mdash; EconomicTimes (EconomicTimes) July 3, 2016

Prova disso são as sondagens que indicam que mais de um milhão de eleitores que votaram pela saída do Reino Unido da União Europeia, estão arrependidos.

A demissão de David Cameron levou a uma corrida, no interior do Partido Conservador ao cargo de primeiro-ministro.

Theresa May é a candidata mais consensual. A atual ministra do Interior defende que o país não deve acionar, de imediato, o artigo 50 do Tratado de Lisboa, que regula a saída de um Estado-membro.

May considera que o Reino Unido não deve acionar a cláusula este ano. Primeiro o país deve garantir um acordo que salvaguarde os interesses da população e das empresas britânicas.

.TheresaMay2016</a> won&#39;t trigger Article 50 immediately. Wants to negotiate controls on freedom of movement <a href="https://twitter.com/hashtag/Peston?src=hash">#Peston</a> <a href="https://t.co/oZVgJnLajt">pic.twitter.com/oZVgJnLajt</a></p>&mdash; Peston on Sunday (pestononsunday) July 3, 2016

Opinião diferente tem outra candidata que vai ganhando cada vez mais apoios. A secretária de Estado da Energia, Andrea Leadsom, afirma que logo que se torne primeira-ministra vai cortar os laços com Bruxelas para aproveitar as oportunidades que surgiram após o referendo.

“I believe our future will be so much greater when we leave the EU” andrealeadsom</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/Leadsom4Leader?src=hash">#Leadsom4Leader</a> <a href="https://t.co/d0up67A1Yl">https://t.co/d0up67A1Yl</a></p>&mdash; LEAVE.EU (LeaveEUOfficial) July 3, 2016

Quem perde cada vez mais apoios é o ministro da justiça. Os tories não perdoam a Michael Gove ter traído o antigo autarca de Londres, Boris Johnson, ao avançar com a sua candidatura ao lugar de chefe do executivo britânico.

It would be a betrayal of principle & this country to allow Boris' candidacy to go ahead with my support”Gove2016</a> <a href="https://t.co/C3RR0zEY2n">https://t.co/C3RR0zEY2n</a></p>&mdash; The Andrew Marr Show (MarrShow) July 3, 2016

A instabilidade atinge também o Partido Trabalhista.

Jeremy Corbyn tem a liderança ameaçada. 81% do grupo parlamentar trabalhista exige a sua demissão após o referendo de 23 de junho onde o Reino Unido escolheu sair da União Europeia.

It's not just our supporters who need Labour to work together: The country needs us to unite for a real alternative https://t.co/9kwRd2vpUs

— Jeremy Corbyn MP (@jeremycorbyn) July 3, 2016

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