EventsEventosPodcasts
Loader
Find Us
PUBLICIDADE

Rússia nega ciberataques para influenciar presidenciais nos EUA

Rússia nega ciberataques para influenciar presidenciais nos EUA
Direitos de autor 
De  Rodrigo Barbosa com EFE / Reuters / AFP
Publicado a
Partilhe esta notíciaComentários
Partilhe esta notíciaClose Button
Copiar/colar o link embed do vídeo:Copy to clipboardCopied

A Rússia negou este sábado as acusações dos Estados Unidos de que Moscovo ordenou uma série de ciberataques contra instituições e organizações políticas norte-americanas com o objetivo de influenciar

PUBLICIDADE

A Rússia negou este sábado as acusações dos Estados Unidos de que Moscovo ordenou uma série de ciberataques contra instituições e organizações políticas norte-americanas com o objetivo de influenciar as eleições presidenciais.

Em comunicado, o vice-ministro russo dos Negócios Estrangeiros afirmou que “não há nenhuma prova” e que se trata de “uma tentativa de promover uma histeria antirrussa sem precedentes”.

A acusação formal contra a Rússia foi apoiada por legisladores de ambos os campos no Congresso norte-americano. O senador republicano Cory Gardner, que preside a uma subcomissão para a Cibersegurança Internacional, indicou na conta pessoal do Twitter que pretende propôr legislação para sancionar o Kremlin.

I plan to introduce legislation mandating the Administration sanction Russia’s bad actors who are responsible for malicious cyber activities

— Cory Gardner (@SenCoryGardner) 7 octobre 2016

Segundo os serviços de inteligência e segurança nacional dos Estados Unidos, os ciberataques em questão foram “autorizados por altos responsáveis russos” e visaram particularmente duas organizações democratas, a Comissão Nacional e a Comissão de Campanha Congressional do partido de Hillary Clinton.

Partilhe esta notíciaComentários

Notícias relacionadas

Reino Unido poderá vir a ser alvo de ataque cibernético russo

Treze russos acusados de influenciar eleições dos EUA em 2016

Biden apoia o filho após condenação, mesmo sem indulto. "Estamos orgulhosos do homem que ele é hoje"