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Administração Trump: Presidente eleito aposta em figuras conservadoras e polémicas

Administração Trump: Presidente eleito aposta em figuras conservadoras e polémicas
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A equipa política de Donald Trump começa a desenhar-se. Os analistas acreditam que o presidente eleito dos Estados Unidos vá recompensar quem o acompanhou durante a campanha. E há vários nomes em cima da mesa.

Por exemplo, para o cargo de Procurador-Geral, responsável pelo Departamento de Justiça e que integra a Administração, é avançado o nome de Rudy Giuliani, o antigo autarca de Nova Iorque.

Outro apoiante de primeira linha de Trump e ex-líder da Câmara de Representantes, Newt Gingrich, de 73 anos, é apontado como um dos nomes prováveis para Secretário de Estado, para a chefiar a diplomacia americana.

Em matéria de defesa há várias hipóteses: um deles é o senador do Alabama Jeff Sessions, outro é o ex-conselheiro de segurança nacional Stephen Hadley.

A antiga candidata a vice-presidente Sarah Palin, uma figura muito popular dentro do movimento ultraconservador Tea Party é considerada como a mais provável Secretária do Interior, ou seja, Palin seria responsável pelos parques naturais e pela exploração dos recursos energéticos, como gás e petróleo.

Para a pasta da Educação, um dos nomes mais falados é o de Ben Carson. O neurocirurgião chegou a ser candidato nas primárias republicanas e é conhecido por ser defensor de teorias da criação do mundo consideradas islamofóbicas. Carson também tem sido falado para liderar a Saúde.

Donald Trump já escolheu para “estratega e conselheiro sénior” Stephen Bannon, um empresário ligado aos meios de comunicação social e antigo líder da Breitbart News, um portal noticioso conservador que chegou a ser acusado de espalhar mensagens de ódio racial.