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Congresso faz cair Governo

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O Congresso do Peru retirou a confiança ao executivo do primeiro-ministro Fernando Zavala, o que precipitou a queda do governo.

De acordo com a legislação peruana, um novo executivo deverá ser formado no espaço de 72 horas. A formação Força Popular, maioritária na assembleia com 71 deputados, foi a responsável pela retirada de apoio ao gabinete de Zavala.

O presidente do Perú, Pedro Pablo Kuczinsky, declarou esta sexta-feira que procederá em conformidade com a lei depois da votação parlamentar que tirou a confiança ao primeiro-ministro, Fernando Zavala, e a todo o seu governo, o que obriga à cessação antes de 72 horas: “Respeito a Constituição e a democracia. Procederemos conforme a lei”, escreveu na conta de Twitter, alguns minutos depois do Congresso ter votado contra a moção de confiança pedida por Zavala, sem deixar de agradecer “o grande trabalho do meu primeiro-ministro e seu governo” e o esforço para “proteger políticas de Estado em benefício do país”.


Ao mesmo tempo, aproveitou para reafirmar que, sob o seu mandato, não cederá “nem um passo na defesa da reforma educativa”, política que levou à queda do executivo do primeiro-ministro, “pelas crianças, pelo Perú e pela governabilidade”.

A moção de confiança pedida por Zavala visava evitar a censura à ministra da Educação, Marilú Martens, acusada de má gestão de uma greve de docentes que paralisou o sistema educativo peruano durante mais de dois meses.

Desde o início do mandato, em julho do ano passado, Kuczinsky perdeu 3 ministros por pressões parlamentares, entre eles o antecessor de Martens na Educação.