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De professora a "assassina" de elite na Síria

De professora a "assassina" de elite na Síria
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De  Francisco Marques
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Entendeu ser mais útil ao país a disparar uma arma do que com um livro na mão, promete não parar de disparar enquanto não acabar o terrorismo.

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Uma mulher tem estado em destaque nas Forças de Defesa Nacional (FDN), um grupo civil de voluntários que tem vindo a combater ao lado do governo da Síria contra o terrorismo no país.

Roaeda é uma licenciada dedicada à literatura árabe e é professora universitária, mas entendeu que podia ser mais útil à Síria com uma arma na mão do que com os livros. Especializou-se a matar à distância. Quer erradicar os terroristas do país.

Sem deixar de parte o lado mais feminino, a maquilhagem não a impediu de revelar aptidões no tiro ao alvo.

“Todos os instrutores me disseram que devia tornar-me numa atiradora de elite porque disparava com muita precisão”, contou Roaeda, a uma equipa de reportagem no território sírio.

Acrescenta ter ficado “muito feliz” com a possibilidade de se tornar “sniper”, o termo anglófono que distingue os atiradores especiais das forças militares. “Trabalhei muito e juntei-me aos treinos dos atiradores de elite para me tornar numa ‘sniper’ eficaz”, conclui aquela que é atualmente a única atiradora de elite entre as voluntárias que das FDN.

Quando recebeu a distinção como “sniper”, Roaeda passou à ação e participou em ataques precisos contra terroristas em Hama, Salamiyah, a sua cidade natal, e Palmira, a agora tristemente famosa cidade histórica praticamente arrasada pelos jiadistas afetos ao grupo terrorista autoproclamado Estado Islâmico.

“Um professor contribui para o país educando as pessoas e abrindo o futuro às crianças. Os ‘snipers’ são mais práticos”, destaca Roaeda, prometendo continuar de arma em punho até à extinção do terrorismo na Síria. Não foram revelados os números de mortes já registados no cadastro desta “assassina” de elite.

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