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"Marcha das Mulheres" em desafio a Trump

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"Marcha das Mulheres" em desafio a Trump

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REUTERS/Joshua Lott
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Centenas de milhares de pessoas, de ambos os sexos, desfilaram em várias das grandes cidades norte-americanas na repetição da "Women's March" - ou "Marcha das Mulheres" - para desafiar, tal como há um ano, o presidente Donald Trump.

A maior manifestação teve lugar em Los Angeles e reuniu 600.000 pessoas, segundo o presidente da Câmara democrata Eric Garcetti.

A atriz Olivia Munn afirmou que "aqui, há o poder para garantir que as nossas filhas, sobrinhas, netas e bisnetas crescem com a noção de que se vêm por uma de nós, vêm por todas".

A capital, Washington, não escapou aos protestos que, tal como há um ano após a investidura de Trump, contaram com a omnipresença dos bonés e gorros cor-de-rosa, já símbolo da contestação ao presidente.

Em várias cidades, a marcha contou com estrelas de Hollywood, como Whoopi Goldberg, em Nova Iorque, que aproveitaram também a ocasião para demonstrar um apoio mais global ao movimento anti-assédio sexual #MeToo. Para além das políticas da sua administração, Trump é regularmente criticado pela forma como trata as mulheres e se refere ao sexo feminino.

Entre as críticas ouvidas durante o protesto, contava-se o endurecimento da política migratória da administração Trump, as ameaças ao direito ao abordo e mesmo simples acusações de incompetência.

No festival de cinema de Sundance, no Utah, os manifestantes liderados pela atriz Jane Fonda desafiaram o frio e a neve para fazer ouvir também a sua voz.