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Cottbus divide-se em manifestações sobre os imigrantes

Cottbus divide-se em manifestações sobre os imigrantes
Direitos de autor REUTERS/Hannibal Hanschke
Direitos de autor REUTERS/Hannibal Hanschke
De  João Paulo Godinho
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As duas visões sobre o tema na cidade próxima da fronteira com a Polónia organizaram manifestações este sábado à tarde.

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A cidade de Cottbus, no leste da Alemanha, já perto da fronteira com a Polónia, foi este sábado palco de manifestações em defesa dos migrantes e de outra contra a chegada de mais populações desfavorecidas do estrangeiro.

Cerca de 1500 pessoas saíram à rua com cartazes anti-fascistas para denunciar o que dizem ser as campanhas de extrema direita para aumentar a tensão na cidade.

A polícia teve de reforçar a segurança, depois de dois jovens sírios terem atacado alemães com facas. Situações que os manifestantes defendem ser casos isolados.

Esta cidadã afirma que se quer criar um clima de histeria e que é preciso lutar contra isso.

A resposta surgiu poucas horas depois, quando um outro grupo veio defender, precisamente, os valores opostos. Quase 3000 habitantes e elementos de extrema-direita manifestaram a sua revolta com a chegada de mais migrantes e contestaram as políticas de abertura da chanceler Angela Merkel.

"Por que estou aqui? Para defender o meu país. Sim. Não podemos ter os refugiados a andar com facas aqui em Cottbus e a atacarem as pessoas. Isso não pode acontecer", declarou um dos cidadãos ouvidos na reportagem.

Com cerca de 100 mil habitantes, Cottbus viu o partido anti-imigração Alternativa para a Alemanha vencer as eleições de 2017 na cidade. Agora, os habitantes dividem-se, criando um clima de tensão e ansiedade em relação ao futuro.

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