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NATO realizou exercício de policiamento aéreo

NATO realizou exercício de policiamento aéreo
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A NATO realizou um exercício de policiamento aéreo sobrevoando oito países europeus, esta semana, no momento em que a Rússia realizou jogos de guerra em larga escala.

Recentemente, assistimos a maior atividade da Rússia, mas não é apenas esse país.

Ruben C. Garcia Servert Tenente General, Força Aérea, Espanha

"Estamos a atravessar o espaço aéreo alemão e simulámos uma interceção usando dois caças alemães. Isso poderia acontecer em caso de falha de comunicação ou qualquer outra situação de emergência", explicou, à euronews, Tanguy Flamant, piloto da Força Aérea da Bélgica.

Durante o exercício, estiveram envolvidos aparelhos da Alemanha, República Checa, Eslováquia, Hungria, Eslovénia, Croácia, Itália e a França, que fizeram escolta ao avião onde seguiam os jornalistas. O objetivo era testar dificuldades de comunicação ou manobras suspeitas.

Em 2014, a Rússia ainda foi convidada para estes exercícios. Entretanto, a cooperação militar foi suspensa desde a intervenção que o país fez na Ucrânia.

"Esta missão visa mostrar que o espaço aéreo da NATO - isto é, dos seus dos países membros - é seguro e está sob controlo. Qualquer país terceiro que não respeite as regras é um desafio para nós", afirmou o Tenente General Ruben C. Garcia Servert, da Força Aérea de Espanha, que coordenou o exercício.

"Recentemente, assistimos a maior atividade da Rússia, mas não é apenas esse país. O mais importante é manter a integração da defesa aérea de nossas nações sob a proteção da NATO", acrescentou.

Os jornalistas foram convidados a visitar o Centro de Operação Aérea Combinada de Torrejon, em Espanha, que controla a metade sul da Europa ao nível das operações de policiamento aéreo.

"Caças de oito países fizeram a escolta do nosso avião, revezando-se enquanto cruzávamos várias fronteiras. Embora as regras de reação a um potencial inimigo sejam diferentes em cada um dos países aliados, a NATO diz que a prioridade é salvar vidas e defender pessoas", concluiu o enviado da euronews, Andrei Beketov.