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"Breves de Bruxelas": modelo Noruega para Brexit, Grécia e Ryanair

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"Breves de Bruxelas": modelo Noruega para Brexit, Grécia e Ryanair

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Há países que não se sentam à mesa das cimeiras da União Europeia, mas tentam aproveitar o melhor do mercado único através do Espaço Económico Europeu. Esta área criada pelas instituições comunitárias alargou o mercado interno à Noruega, Islândia e Liechtenstein.

O chamado “modelo da Noruega” é muitas vezes mencionado como podendo servir os interesses do Reino Unido após o Brexit, quando deixará de ter assento no Conselho Europeu.

Neste programa que passa em revista a atualidade europeia diária destacamos, também, a reunião da comissária europeia para o Emprego com o presidente-executivo da Ryanair. Marianne Thyssen disse a Michael O’Leary que a companhia aérea de baixo custo tem de obedecer à legislação da União Europeia relativa às condições de trabalho.

A Comissão Europeia não encontrou nenhuma evidência de que o governo da Grécia tenha feito uso indevido de fundos comunitários destinados à gerir o fluxo migratório, mas enviou o dossier para ser analisado pelo OLAF, o organismo com competência para investigar fraudes com verbas da União Europeia.

Para terminar, deverá haver uma transferência pouco expressiva de trabalhadores do setor financeiro britânico para outros pontos do mundo, no caso de um Brexit sem acordo para a futura relação.

Não chegariam a seis mil os empregados que seriam transferidos de acordo com uma sondagem levada a cabo pela agência de notícias Reuters, divulgada quarta-feira, que recebeu respostas de 134 entidades.