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Aude avalia amplitude de inundações mortíferas

Aude avalia amplitude de inundações mortíferas
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REUTERS/Jean-Paul Pelissier
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Com pelo menos 11 mortos, as inundações no departamento de Aude, no sul de França, constituem uma das mais mortíferas intempéries da última década no país. Com várias áreas ainda submersar, a vigilância mantêm-se elevada face a possibilidade de novas subidas no nível das águas, enquanto se avalia a amplitude da destruição.

Esta terça-feira, as escolas da região estão fechadas e os transportes públicos suspendidos numa grande parte da região. Impossibilitadas de regressar a casa e sem outra alternativa, mais de 250 pessoas continuam em centros de abrigo improvisados.

O primeiro-ministro Edouard Philippe, que visitou ontem a área afetada, fez referência a um episódio meteorológico "imprevisível", uma forma de abordar a polémica, face às críticas de habitantes que se queixam de ter sido mal informados da intensidade da intempérie.

Na noite de domingo para segunda-feira, caiu em poucas horas o equivalente a três meses de chuva. Duas pessoas continuam desaparecidas e há também oito feridos graves.